Implantodontia

Implante dentário e enxerto ósseo

A evolução da Implantodontia mudou a realidade da Odontologia e de muitas vidas nos últimos 25 anos, proporcionando saúde, bem-estar físico e psicológico, além de melhor interação social, já que devolveu a muitos a segurança para sorrir, mastigar e interagir com um sorriso bonito e de aparência natural.

A Implantodontia combina arte e ciência, e requer planejamento protético, restaurador e cirúrgico. Ela repõe a raiz de um ou mais dentes perdidos com material à base de titânio que, assim como a raiz natural de um dente, é inserido dentro do osso da mandíbula ou maxila, tornando-se a base biológica para o sucesso do implante e suporte para coroas (parte do dente visível na boca) e próteses fixas.

O titânio tem alta taxa de sucesso, é biocompatível (não é rejeitado pelo corpo), resistente e possui baixo peso. Além disso, possui propriedade especial de se unir ao osso, o que chamamos de osseointegração.

Há ainda outro importante benefício do implante. Quando perde-se um dente, o osso que o suporta diminui gradativamente, em um processo chamado reabsorção óssea. A colocação de implantes dentais estabiliza o osso, prevenindo essa perda. Ele ajuda a manter a forma e densidade do osso das arcadas dentárias, beneficiando também o suporte das estruturas faciais (gengiva, bochechas e lábios).

Enxerto Ósseo

Com o passar do tempo, a ausência de um ou mais dentes pode levar à reabsorção óssea e, dependendo do caso, pode fazer com que não haja osso suficiente para a colocação de um implante. Em situações como essa, torna-se necessário o enxerto ósseo, que pode ser feito previamente ou na mesma sessão da colocação do implante, variando de caso para caso. Exames clínicos e análise feita pelo implantodontista apontarão quando o enxerto é necessário.